Turismo bom, lindo e barato
Aos finais de semana ou em algum feriado, ou, para os aposentados, sempre que tiverem vontade, saídos de qualquer das cidades da Grande Porto Alegre, temos a felicidade, e a grande ventura, de abrir-se aos nossos olhos a geografia ímpar de nossa Serra, nossos vales e nosso mar. Com o custo apenas da gasolina e uns trocos para uma comida típica, chimarrão a tiracolo, em pouco mais de meia hora, andamos pelo mar bravo das costas da África, estacionando o carro a poucos metros de suas ondas. Ou, penetramos por pequenas e boas estradas, em matas que serpenteiam alcantilados dos Alpes e florestas canadenses, onde habitam pássaros de todas as espécies e mamíferos fugidios, possíveis de ver com sorte ou tempo.
Tudo está a um “upa”. Cada dia uma experiência nova. Aproveitando festas típicas, kerb e restaurantes coloniais autênticos. Nos surpreendendo com pequenos municípios onde cemitérios centenários, são cuidados como se entre os vivos ainda houvesse parentes dos mortos. E pequenas e centenárias igrejas católicas ou evangélicas, símbolos de um tempo em que a vida nas picadas abertas para os colonos, se resumia ao trabalho e as reuniões religiosas.
Exemplo? Quinta passada fui caminhar em Estância Velha. Nada de novo na paisagem, até que, a poucas quadras do centro fui atacado por um casal de quero-queros. Óbvio que os filhotes estavam por perto. Parei para encontrá-los e achei um. Comendo no terreno baldio, sem se preocupar com a algaravia dos pais. Logo adiante, em um terreno cercado, o mais inusitado: o lote estava todo ocupado por galinhas de várias raças, patos e ovelhas. Uma delas veio me cheirar através da tela. Prontamente, para cima dela, pularam um galo e uma galinha e ficaram todos me olhando. Mentira? Tirei fotos para os incrédulos...


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