Deolane se recusou a entregar senhas de celulares apreendidos

Foto: DEOLANE BEZERRA/Instagram
advogada e influenciadora Deolane Bezerra (foto) se recusou a fornecer as senhas de dois celulares apreendidos na última quinta-feira, 21, durante a Operação Vérnix, que investiga um esquema de lavagem de dinheiro ligado ao PCC.
Segundo a Polícia Civil, a negativa não deve impedir o avanço das investigações.
A advogada e influenciadora Deolane Bezerra (foto) se recusou a fornecer as senhas de dois celulares apreendidos na última quinta-feira, 21, durante a Operação Vérnix, que investiga um esquema de lavagem de dinheiro ligado ao PCC.
Segundo a Polícia Civil, a negativa não deve impedir o avanço das investigações.
Além dos celulares, a operação apreendeu cerca de R$ 50 mil em dinheiro, joias, relógios e computadores. A defesa da influenciadora afirma que ela é inocente.
Deolane foi levada para a Penitenciária de Tupi Paulista, no interior de São Paulo, e passou por audiência de custódia, que manteve sua prisão. Ela havia retornado de viagem a Roma no dia anterior à detenção e deve ser ouvida nos próximos dias no curso do inquérito.
Regalias
O Sindicato dos Policiais Penais do Estado de São Paulo (Sinppenal) denunciou à Secretaria da Administração Penitenciária (SAP) supostas regalias concedidas a Deolane durante o período em que ela ficou presa na Penitenciária Feminina de Santana, na capital paulista.
Segundo o sindicato, Deolane teria recebido tratamento “diferenciado” nas cerca de 14 horas em que permaneceu na unidade.
Entre os benefícios apontados estão cela isolada, chuveiro privativo, cama diferente da usada pelas demais detentas e alimentação separada.
De acordo com os policiais penais, uma área destinada a presas que aguardam atendimento médico teria sido adaptada exclusivamente para receber a influenciadora.
O local também teria passado por pintura e pequenas reformas antes da chegada dela.
A SAP afirmou que Deolane foi custodiada “como advogada”, conforme decisão judicial, mas não disse se abrirá apuração sobre as denúncias.
Já a OAB-SP afirmou que o Estatuto da Advocacia prevê recolhimento separado para advogados presos preventivamente e declarou que acompanha o caso “no âmbito da defesa das prerrogativas profissionais previstas em lei, e não por qualquer privilégio pessoal”.
O Antagonista

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